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Sexta-feira, 28 de Março de 2008

FORTE CASTELO DE AREIA

... (continuação do Frágil Castelo de Areia)


"...Pobre menina crescida que deixou de brincar e sonhar ... O seu mundo ainda se move a risos... Veio uma onda e levou-lhe o castelo."

E porque os risos são pózinhos mágicos, aspirados directamente em nossos corações, essa pobre menina crescida, um dia em simples passe de magia ... voltou a brincar, e se viu mesmo menina em suas fantasias, muito mais que rainha, médica ou princesa, por milagre se viu ...De verdade!!! E sentiu que seu riso era o de outrora, cristalino, sonoro e puro!


Foi nesse instante, tão fugaz, quanto importante, que decidiu reconstruir "Seu Castelo", realinhar o seu areal de mimos, devolver em dobro todos os carinhos de seu povo, em abraços alimentar seus iguais, pois essa menina vivia, sorria, amava de novo... e isso era Demais!
Não que agora seus predicados fossem estranhados, pois em sua perca, forma mais que esperados!


Então a Menina mimou muito, amou demais, a si, a seus sonhos, a todos e todos, pois só assim se fez de fantasias, alegrias, risos puros e bons, de que esse Mundo/Reino tanto necessitam, pois ser Realeza ou Divindade, é só para quem tem pureza em seu coração!

 

Contributo de ROSA FONSECA (Amiga invisível, mas tão bem conhecida!) 


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Quarta-feira, 12 de Março de 2008

A SIMPLICIDADE

É uma bela história hindu.


O filho duma pobre viúva tinha que atravessar todos os dias um bosque solitário para ir à escola.

O menino tinha medo de o atravessar sozinho. Pediu à mãe que pagasse a um criado para o acompanhar. A mãe, que era muito pobre e não podia pagar, disse-lhe que pedisse ele a seu irmão Krishna que o acompanhasse.

Krishna é considerado o Senhor da Selva. O menino assim o fez. Um dia após outro, Krishna acompanhava o menino nas idas e vindas da escola.

Um dia em que se homenageava o mestre, todos os meninos deviam levar-lhe algum presente.

A viúva disse ao filho que não podia dar nenhum presente, que pedisse a Krishna.
O menino assim fez.

Krishna deu-lhe um jarro de leite para levar ao mestre.

Quando todos os meninos entregavam os seus presentes, o menino pobre via que o mestre não dava atenção ao presente que ele tinha levado, e pedia ao mestre que o aceitasse.
Como não era atendido, o menino insistia uma e outra vez. Por fim, o mestre disse ao ajudante:

- Recolhe o leite e devolve o jarro ao menino para que não insista mais.
Quando o ajudante esvaziou o leite para outro recipiente, notou que o jarro ficava de novo cheio de leite.

Uma e outra vez fez a mesma operação e o jarro tomava a encher-se.

Então o mestre, assombrado, perguntou ao menino quem lhe tinha dado o leite.

O menino respondeu muito simples e naturalmente que tinha sido Krishna, que todos os dias o acompanhavam na ida e na vinda da escola.

O mestre pediu ao menino que o levasse a ver esse tal Krishna.

O menino, acompanhado pelo mestre e companheiros, foi até à entrada do bosque, onde todos os dias o esperava Krishna.

Mas ele não estava lá. O menino chamou-o uma e outra vez, mas ele não aparecia.

Os companheiros riram-se dele, e o menino chorando rogou a Krishna que viesse.
Por fim, Krishna falou-lhe ao ouvido:

- Não apareço porque ao teu mestre falta a simplicidade para acreditar.

A nossa vida deveria ser um constante milagre. Mas falta-nos humildade para acreditar no princípio da simplicidade que rege a vida, no que é a Vida. Não será muito difícil saber porque muitas vezes não temos ninguém para nos ajudar atravessar a bosque ou a selva da vida neste mundo.

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