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Quarta-feira, 16 de Abril de 2008

Dia de Anos de Uma Criança II

Anos mais tarde...

Em outro aniversàrio, os seus quarenta anos, a mãe dessa criança, agora feito homem, ofereceu-lhe uma caixinha de cartão, envolta numa fita de cetim, gasta pelo passar dos tempos...

Ao abri-la, entre pequenos e delicados bonecos, cromos, caricas, e selos, reencontrou o desenho que naquele aniversário, tinha feito à luz das 4 velinhas, e emocionado reviu os rabiscos de um pássaro, um anjo e um menino de mão dada com sua mãe, caminhando numa longa estrada ladeada de árvores...

Percebeu então, que à imagem dos seus olhinhos de menino, bastava sermos livres como pássaros para mantermos a paz, sonharmos como anjos, para mantermos a fé, darmos a mão a quem nos ama, para nos mantermos em amor, tudo isto caminhando serenamente na estrada da vida feita de verdejante esperança.

E se os quarenta anos são a "tal" idade, para este menino/homem, foi o reinicio da felicidade!

Ah,esqueci-me de dizer o nome do aniversariante? Pois, é que este menino, somos todos nós...

Que tantas vezes nos esquecemos que a felicidade é construida em pilares de simplicidade...

Tal como os nossos sonhos de meninos.

 

Contributo de ROSA FONSECA

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Segunda-feira, 14 de Abril de 2008

Dia de Anos de Uma Criança

 

Em vez  de pedir uma prenda no dia dos seus anos, como é habitual nas crianças, uma criança acendeu quatro velas e pediu quatro desejos.

As quatro velas queimavam em silêncio.

Até que uma quebrou o silêncio e disse:

-          Eu sou a paz!

-          Apesar da minha luz, as pessoas não conseguem manter-se em Paz, acho que me vou apagar e, diminuindo a sua chama bem rápido, se apagou.

A segunda disse:

-          Eu chamo-me Fé!

-          Infelizmente sou muito supérflua, as pessoas não querem saber de Deus. Não há nenhum sentido em permanecer acesa. Ao terminar de falar, um vento passou, levemente sobre ela, e a apagou.

Rápido a terceira disse:

-          Eu sou o Amor!

-          Não tenho forças para continuar acesa. As pessoas me deixam de lado e não percebem o bem do amor. Se esquecem até daqueles que estão tão perto e as amam e, sem esperar, se apagou.

De repente, a criança entra e viu as três velas apagadas:

-          Vocês deveriam estar acesas até ao fim, e dizendo isto começou a chorar.

Então, a quarta vela falou:

-          Não tenhas medo menino, enquanto eu tiver chama, podemos acender as outras velas

-          Eu sou a Esperança!

A criança com os olhos brilhantes pegou na que restava... e acendeu todas as outras.

Autor Desconhecido

 

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Quarta-feira, 9 de Abril de 2008

O TEMPO E O AMOR

 

Era uma vez uma ilha, onde moravam todos os sentimentos: a Alegria, a Tristeza, a Sabedoria e todos os outros sentimentos. Por fim o amor. Mas, um dia, foi avisado aos moradores que aquela ilha iria afundar. Todos os sentimentos apressaram-se para sair da ilha.
Pegaram seus barcos e partiram. Mas o amor ficou, pois queria ficar mais um pouco com a ilha, antes que ela afundasse. Quando, por fim, estava quase se afogando, o Amor começou a pedir ajuda. Nesse momento estava passando a Riqueza, em um lindo barco. O Amor disse:
- Riqueza, leve-me com você.
- Não posso. Há muito ouro e prata no meu barco. Não há lugar para você.
Ele pediu ajuda a Vaidade, que também vinha passando.
- Vaidade, por favor, me ajude.
- Não posso te ajudar, Amor, você esta todo molhado e poderia estragar meu barco novo.
Então, o amor pediu ajuda a Tristeza.
- Tristeza, leve-me com você.
- Ah! Amor, estou tão triste, que prefiro ir sozinha.
Também passou a Alegria, mas ela estava tão alegre que nem ouviu o amor chamá-la.
Já desesperado, o Amor começou a chorar. Foi quando ouviu uma voz chamar:
- Vem Amor, eu levo você!
Era um velhinho. O Amor ficou tão feliz que esqueceu-se de perguntar o nome do velhinho. Chegando do outro lado da praia, ele perguntou a Sabedoria.
- Sabedoria, quem era aquele velhinho que me trouxe aqui?
A Sabedoria respondeu:
- Era o TEMPO.
- O Tempo? Mas porque só o Tempo me trouxe?

- Porque só o Tempo é capaz de entender o "AMOR"."
Contributo de ROSA FONSECA
 
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Sexta-feira, 4 de Abril de 2008

ERA GLACIAL


Durante uma era glacial, muito remota, quando parte do globo terrestre estava coberta por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições do clima hostil. Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, a juntar-se mais e mais.

Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro, e, todos juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se, enfrentando por mais tempo aquele inverno tenebroso.

Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. E afastaram-se, feridos. Dispersaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito...

Mas, essa não foi a melhor solução: afastados, separados, logo começaram a morrer congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precauções, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem ferir, para sobreviver sem magoar, sem causar danos recíprocos.

Assim, suportaram-se, resistindo à longa era glacial!...Sobreviveram!

É fácil trocar palavras, difícil é interpretar os silêncios! ...

É fácil caminhar lado a lado, difícil é saber como se encontrar! ...

É fácil beijar o rosto, difícil é chegar ao coração! ...

É fácil apertar as mãos, difícil é reter o seu calor! ...

É fácil sentir o amor, difícil é conter a sua torrente!

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Quinta-feira, 20 de Março de 2008

O Carochinha e o João Ratão da Net.

A história que vou contar.
já multa gente a contou.
As rimas que vou rimar.
já multa gente as rimou.

Nesta história vão entrar
quem o destino marcou:
desgraças, noivas sem par
um rato que escorregou...

Que a história que vou contar
é história de luto e dor.
Em história assim similar
muito sofre o contador.

Pudesse eu remediar
o como a história acabou,
que não estaria a chorar 
ainda ela mal começou. 

Mas já que vou começar
e alguma vez há-de ser,
vejo num quadro exemplar
a Carochinha a varrer.

Menina Carocha Barata
de cara muito laroca
corpinho vestindo bata
não me toques... Quem lhe toca?

No meio do pó do varrer
encontrou uma moeda,
«Estou rica. Não querem ver!»
Aqui a história se enreda.

Acorreram as vizinhas
cada qual com seu conselho:
«Compre fitas e lacinhos.
Compre brincos. Compre espelhos .»

Só o espelho não comprou
que o espelho que queria ter
eram dois olhos que a vissem
na janela do bem-querer.

Sou Carochinha assisada.
Sou bonita e perfeitinha.
Quem me quer para namorada?
Quem me diz «Tu vais ser minha?»

Quem me chama «Meu amor,
bichaninha» e ao ouvido?
Quem me traz do seu calor?
Quem entende o que eu nem digo?

E cantando, apregoava
a cantiga ladainha:
«Quem quer, quem quer, quem quer
casar com a Carochinha?»

«Quero eu» e era um boi.
«Quero eu» e era um cão.
«Quero eu» e era um gato.
E ela a todos que não.

«Quero eu» e era um burro.
«Quero eu», era um pavão.
«Quero eu» e era um galo.
E ela a todos que não.

Enfeitada, apregoava,
com colares de camarinha:
«Quem quer, quem quer, quem quer
casar com a Carochinha?»

«Quero eu», disse-lhe um rato.
«E porquê?», a Carochinha.
«Porque sou o rei do mato
e tu serás a rainha.

Rainha de todo o reino
rainha do coração
minha rainha, só minha
diz-me que sim, nunca não.»

E com palavras assim
em meiga voz de paixão
lá ficou a Carochinha
cativa do João Ratão.

Combinado o casamento
juntaram comeres para a boda
dez feijões de cozimento
que era a riqueza toda.

O padrinho deu toucinho
a madrinha, uma hortaliça.
Do merceeiro, fiado,
também veio uma chouriça !

Ficou o caldo a cozer
enquanto se foram casar.
Nisto disse para a mulher:
«E se a sopa se pegar?»

E se a sopa se pegar?
E se a sopa se pegou?
E se ficamos sem jantar?
Vou lá eu e venho e vou.

Vou lá e venho e vou.
Vou lá e venho e ia.
A Carochinha esperava
e o noivo não aparecia.

Vou lá eu e venho e vou.
Vou lá eu e venho e ia.
A Carochinha chorava. 
Mau agouro que teria.

Chegados aqui, paramos
atalhamos, suspendemos.
A história tem tantos anos
e nós ainda a tememos.

E nós ainda trememos
e a história ainda nos dói
neste transe e desventura
do ratinho nosso herói.

Ia casar-se feliz
com a linda Carochinha...
Foi tentado pelo cheiro
que saía da cozinha...

Empoleirou-se num banco
para provar o feijão.
Deu o banco um solavanco
ficou-lhe no caldo a mão.

Logo após este desastre,
a outra mão lá ficou
e um pé e outro pé
e todo o corpo afundou.

Coitado do João Ratinho
Coitado do João Ratão,
que morreu cozido, assado
guisado no caldeirão.

«Onde estás, meu ratãozinho»,
chamou-o a noiva, em pranto,
mas só topou, na cozinha,
com o chapéu, a um canto.

Quis ir mexer o feijão
para o caldo não bispar
e foi dar, no caldeirão,
com o marido a boiar.

Carochinha em altos gritos
tudo à roda atordoou.
Condoída, uma tripeça
logo ali se desmanchou.

Logo ali se desmanchou
logo ali se desmanchava
e uma porta perguntou
que desgraça se passava.

Mal soube do sucedido
a porta deu o alarme:
«Se morreu o João Ratão
fico a abrir-me e a fechar-me.»

Mal soube do sucedido
o fecho deu o alarme:
«Se morreu o João Ratão
fico todo a desmanchar-me.»

Mal soube do sucedido
o pinheiro deu o alarme:
«Se morreu o João Ratão
fico a puxar-me, a arrancar-me.»

Mal soube do sucedido
a pomba deu o alarme:
«Se morreu o João Ratão
fico eu a depenar-me.»

Mal soube do sucedido
a fonte deu o alarme:
«Se morreu o João Ratão
fico sem gota, a secar-me.»

A rainha veio à fonte
e viu a fonte sequinha,
de luto pelo João Ratão
e com dó da viuvinha.

A rainha mal tal soube
logo ali se condoeu
e disse para quem a ouviu:
«Choram todos. Choro eu .»

Veio o rei, viu-a a chorar
e indagou da razão.
A rainha lhe contou
da morte do João Ratão.

Pôs-se o rei, numa lamúria
de cortar o coração:
«Já não quero mais ser rei
se morreu o João Ratão .»

O mundo quase findou,
choram mil olhos por ti.
Se até um rei abdicou!...
E a história acaba aqui.

 

(Histórias Tradicionais Portuguesas Contadas de Novo)

 António Torrado

Há por ai muita Carochinha (na grande janela da Net as há), à espera de ser rainha, que um dia lhe apareça um lindo príncipe João Ratão, bem parecido, janota e bonitão e se ter um bruto carrão, tanto maior será o seu encanto.

 

Até que um dia o milagre acontece, a fábula passa de sonho à realidade. Eis o João Ratão, um bonito rapazão, mas que belo garanhão! - Vinde cá minha Carochinha, vou-te fazer um juramento, nunca te hei-de atraiçoar, és, de todas, a mais linda rainha, e contigo quer desposar, um e dois dias de amor, sempre com a promessa de que para sempre no seu coração irá morar.


Mas o João Ratão, grande glutão, aproveita para tudo comer e depois, sem temer, acaba por cair em outro caldeirão – "Adeus Carochinha que mais não vos torno a ver. "


A história acaba aqui, a Carochinha sai a chorar, e lastima-se, janelas fechadas, triste desanima por toda aquela desgostosa ruína...

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Quarta-feira, 19 de Março de 2008

DIA DO PAI

Da criança para o Pai:

- Não me dês tudo que eu pedir. Às vezes, eu só peço para ver até quando posso obter.
- Não me dês sempre ordens; se, ao invés de ordens, às vezes me pedires as coisas, eu as farei mais rápido e com mais prazer.
- Cumpre as promessas, boas ou más. Se me prometeres um prémio, dá-me, mas, também, se for um castigo.
- Não me compares com ninguém, especialmente com meu irmão ou minha irmã. Se tu me fizeres brilhar menos que os demais então serei eu quem se apagará.
- Não corrijas minhas faltas diante de ninguém. Ensina-me a melhorar quando estivermos a sós.
- Não me grites. Respeito-te menos quando o fazes e me ensinas a gritar também, e eu não o quero fazer.
- Deixa-me desenvolver-me por mim mesmo. Se tu fizeres tudo por mim, eu nunca aprenderei.
- Quando eu fizer algo mal, não me exijas que diga porque o fiz. Às vezes, nem eu mesmo o sei.
- Não digas mentiras demais de mim, nem me peças para dizê-las por ti, mesmo que seja para livrar-te de um apuro. Fazes com que eu me sinta mal, e perca a fé no que dizes.
- Quando estiveres errado em algo, admite-o e crescerá a opinião que tenho de ti. E me ensinarás a admitir meus erros também.
- Trata-me com a mesma amabilidade e cordialidade com que tratas teus amigos, já que, porque somos família, isso não quer dizer que também não possamos ser amigos.
- Não me digas para fazer uma coisa que tu não a fazes. Eu aprenderei e farei sempre o que tu fizeres mesmo que tu não o digas, mas nunca o que tu disseres e não fizeres.
- Quando contar-te um problema meu, não me digas "não tenho tempo para ouvir disparates" ou "isso não tem importância". Trata de compreender-me e ajudar-me.
- Diz que gostas muito de mim. A mim agrada-me ouvir-te dizê-lo, mesmo que tu não julgues necessário dizer-me.

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contado por Jorge Oliveira às 18:29

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Quarta-feira, 12 de Março de 2008

A SIMPLICIDADE

É uma bela história hindu.


O filho duma pobre viúva tinha que atravessar todos os dias um bosque solitário para ir à escola.

O menino tinha medo de o atravessar sozinho. Pediu à mãe que pagasse a um criado para o acompanhar. A mãe, que era muito pobre e não podia pagar, disse-lhe que pedisse ele a seu irmão Krishna que o acompanhasse.

Krishna é considerado o Senhor da Selva. O menino assim o fez. Um dia após outro, Krishna acompanhava o menino nas idas e vindas da escola.

Um dia em que se homenageava o mestre, todos os meninos deviam levar-lhe algum presente.

A viúva disse ao filho que não podia dar nenhum presente, que pedisse a Krishna.
O menino assim fez.

Krishna deu-lhe um jarro de leite para levar ao mestre.

Quando todos os meninos entregavam os seus presentes, o menino pobre via que o mestre não dava atenção ao presente que ele tinha levado, e pedia ao mestre que o aceitasse.
Como não era atendido, o menino insistia uma e outra vez. Por fim, o mestre disse ao ajudante:

- Recolhe o leite e devolve o jarro ao menino para que não insista mais.
Quando o ajudante esvaziou o leite para outro recipiente, notou que o jarro ficava de novo cheio de leite.

Uma e outra vez fez a mesma operação e o jarro tomava a encher-se.

Então o mestre, assombrado, perguntou ao menino quem lhe tinha dado o leite.

O menino respondeu muito simples e naturalmente que tinha sido Krishna, que todos os dias o acompanhavam na ida e na vinda da escola.

O mestre pediu ao menino que o levasse a ver esse tal Krishna.

O menino, acompanhado pelo mestre e companheiros, foi até à entrada do bosque, onde todos os dias o esperava Krishna.

Mas ele não estava lá. O menino chamou-o uma e outra vez, mas ele não aparecia.

Os companheiros riram-se dele, e o menino chorando rogou a Krishna que viesse.
Por fim, Krishna falou-lhe ao ouvido:

- Não apareço porque ao teu mestre falta a simplicidade para acreditar.

A nossa vida deveria ser um constante milagre. Mas falta-nos humildade para acreditar no princípio da simplicidade que rege a vida, no que é a Vida. Não será muito difícil saber porque muitas vezes não temos ninguém para nos ajudar atravessar a bosque ou a selva da vida neste mundo.

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