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Sábado, 1 de Março de 2008

O Mundo nas mãos de uma criança

Um cientista vivia preocupado com os problemas do mundo e estava decidido a encontrar meios de minimiza-los. Passava dias em seu laboratório em busca de respostas para suas dúvidas, com teses, colocando problemas, testando hipóteses, com o intuito de chegar a alguma conclusão.
Certo dia, seu filho de sete anos invadiu o seu santuário decidido a ajudá-lo a trabalhar.
O cientista nervoso pela interrupção, tentou que o filho fosse brincar em outro lugar.
Vendo que seria impossível de impedi-lo, o pai procurou algo que pudesse entreter o filho com o objectivo de distrair a sua atenção.
Foi quando, de repente, deparou-se com o mapa do mundo, algo que ele necessitava!
Com o auxílio de uma tesoura, recortou o mapa em vários pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva, entregou ao filho dizendo:
- Olha filho, vou dar-te o mundo para ver se o consegues arranjar. Aqui tens o mundo todo feito em pedaços. Agora vê se o consegues consertá-lo tal como ele deve ficar, bem certinho! Mas tens que o fazer tudo sozinho.
Calculando que a criança levaria dias para recompor o mapa e assim deixá-lo trabalhar em paz.
Passadas algumas horas, ouviu a voz do filho que o chamava calmamente:
- Pai, pai, já fiz tudo. Consegui terminar tudinho sozinho!
A princípio o pai não deu crédito às palavras do filho. Seria impossível, na sua idade, ter conseguido recompor um mapa que jamais havia visto. Relutante, o cientista, por cima dos óculos que usava, levantou os olhos das suas anotações e cálculos, certo de que iria ver um trabalho digno de uma criança.
Para sua surpresa, o mapa estava completo.
Todos os pedaços de papel tinham sido colocados e colados nos devidos lugares. Como seria possível? Como é que a criança teria sido capaz?
- Parabéns! – disse o pai – Mas, filho, como conseguiste se tu não sabias como era o mundo?

- Pai! – disse o filho - eu não sabia como era o mundo, mas quando o pai tirou o papel da revista para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem. Quando consegui arranjar o homem, virei a folha e descobri que havia arranjado também o mundo.
Às vezes para resolvermos grandes problemas da humanidade, basta tão-somente olhar para as crianças e ver o quanto é simples... Jamais deveremos deixar de ser crianças e muito menos deixar de dar atenção às crianças.

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contado por Jorge Oliveira às 15:43

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