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Sábado, 5 de Janeiro de 2008

Sorte? Azar? Quem sabe?

Conta-se que um lavrador tinha um cavalo.
Com ele fazia os trabalhos do campo.
Um dia, o cavalo fugiu para as montanhas.
Os amigos lamentavam-se ao camponês: Que azar!
Mas ele respondia: - Azar? Sorte? Quem sabe?
Um belo dia o cavalo voltou a casa, trazendo atrás de si outros cavalos selvagens.
As pessoas diziam: - Que grande sorte! E o camponês: Sorte? Azar? Quem sabe?
Estava um dia o filho do camponês domando um dos cavalos selvagens
E este arrastou-o e ele partiu uma perna. O povo dizia: - Que azar!
E o camponês: - Azar? Sorte? Quem sabe?
Por aqueles dias, chegaram à aldeia empregados da junta de freguesia
Para alistar no exército todos os jovens capazes e aptos.
O filho do camponês, por ter a perna partida, ficou excluído,
E pôde continuar a ajudar o velho pai.
Sorte? Azar? Quem sabe?

Estamos acostumados a julgar as coisas como boas e más, muito ligeiramente. A vida é que faz as coisas bem, quando nós fazemos o que temos de fazer. Nada é sorte ou azar. É um mau modo de falar e um mau modo de pensar. O que a Vida dá e faz é que é o melhor, ainda que não o compreendamos.

Quando nós fazemos o que não devemos ou não fazemos o que devemos, é quando coisas saem mal. Quando é a Vida que escreve a nossa vida, a escrita é perfeita.

Contos por Palavras: , ,
contado por Jorge Oliveira às 16:45

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