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Quarta-feira, 2 de Abril de 2008

OS FINS JUSTIFICAM OS MEIOS

Um dia, um certo homem foi fazer uma viagem de avião. Era um homem crente em Deus e com certeza que Ele o protegia. Durante a viagem, enquanto sobrevoavam o mar, um dos motores falhou e o piloto teve que fazer uma aterragem forçada no oceano.

 

Quase todos morreram, mas o homem conseguiu agarrar-se a algo que o conservaria em cima da água. Ficou boiando à deriva durante muito tempo até que chegou a uma ilha não habitada.

 

Ao chegar à praia, cansado, porém vivo, agradeceu a Deus por o ter livrado da morte. Ao longo do tempo foi-se alimentando de peixes e ervas, derrubou algumas árvores e com muito esforço conseguiu construir um abrigo, com paus e folhas.

 

Ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu a Deus, porque agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que talvez pudessem existir na ilha.

 
Certo dia, estava pescando e como ja tinha peixe abundante regressou a casa. Porém, ao voltar-se na sua direção, qual não foi sua decepção, ao ver que a casa estava toda incendiada. Sentou-se numa pedra chorando e dizendo em prantos:

"Deus! Como é que pudeste deixar isto acontecer comigo? sabes o quanto eu preciso desta casa para me abrigar. Deixaste-a queimar todinha. Não tem compaixão de mim?"

Neste mesmo momento uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo:

"Vamos rapaz?"

Ele virou-se para ver quem estava falando com ele, e qual não foi sua surpresa quando viu à sua frente um marinheiro todo fardado e dizendo:

"Vamos rapaz, nós viemos buscar-te".

"Mas como é possível? Como é que vocês souberam que eu estava aqui?"

"Ora, amigo! Vimos os seus sinais de fumo pedindo socorro. O capitão ordenou que o navio parasse e mandou-me vir busca-lo naquele barco ali adiante."

Os dois entraram no barco e assim o homem foi para o navio que o levaria em segurança de volta a casa.

Contos por Palavras: , ,
contado por Jorge Oliveira às 09:02

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1 comentário:
De Yap... a 5 de Abril de 2008 às 04:27
Ele há sinais que não compreendemos de imediato, mas que mudam para sempre o rumos de nossas vidas!
Tal como tu, que de tanto que tenho lido os contos que contas, me sinto cada vez mais tentada a escrever o meu primeiro conto, da fase adulta, pois os que fazia em adolescente (ainda guardados na casa de minha mãe)...hummm, não contam mesmo!!!
Era lindo, eu reeditar os contos escritos na era do coração aos pulos, com hormonas em guerras cívis... Risos!
Mas como este fds, vou até ao Algarve, sem a companhia dos meus míudos, pode ser que na bagagem, venha então um conto!
Fica bem, como sempre adorei ler o que contas, e deixo-te um carinhoso beijo, com votos de bom fds.
Yap...

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